A primeira viagem

Para mim, não existe expressão mais certeira do que aquela que diz “mãe de primeira viagem”. Mas engana-se quem imagina aquela viagem com roteiros predefinidos em que sabemos exatamente o que nos ocorrerá em cada momento da trajetória e que culmina no estado mais profundo de êxtase.
A felicidade materna é uma conquista num percurso de viagem, que às vezes nem passou pela cabeça do viajante fazer. Nos deparamos com um lugar desconhecido em que se fala outra língua. Para alguns, a adaptação é fácil, para outros, é mais difícil. Depende do quão desconhecida e diferente é essa realidade nova e do quanto estamos dispostos a mudar.
Mas é certo que todos nos transformamos nessa viagem. Ela muda, para sempre, nossa visão sobre o que é descanso, sono, lazer, até mesmo banho e alimentação, mas principalmente sobre o que é ser feliz. De repente, um simples passo daquela criaturinha ou uma palavra banal pronunciada de forma inesperada geram tanto ou mais euforia do que a mais deslumbrante das paisagens.
Nessa jornada, como um viajante perdido na selva, procuramos nossa bússola, mas ela não existe no mundo concreto. O caminho é guiado pelo coração, que, por melhores que sejam as intenções, nem sempre acerta. Buscamos respostas no passado, “será que eu também era um bebê que acordava muito à noite?”, e, com elas, refazemos nossa identidade. E ao ver aquele serzinho nos imitando, refletimos sobre quem somos e quem queremos ser dali em diante.
A maternidade é uma das viagens mais transformadoras que existe! E não importa quantos filhos se têm, é sempre uma experiência excepcional. Aproveito, então, para desejar a todas as mães de primeira, segunda, terceira ou mais viagens uma linda trajetória!

Grasiela, professora de Português

Frankenstein

Imagine um encontro de grandes escritores como Lord Byron, Mary Shelley e Percy Shelley. O que pode sair dele? Nada mais, nada menos do que Frankenstein, o primeiro grande clássico da literatura de terror e também a primeira obra de ficção científica.
Frankenstein nasceu quando, em 1816, Mary Shelley, com apenas 19 anos, Percy Shelly e Lord Byron foram curtir o verão na Suíça. No entanto, tempestades arruinaram os passeios e eles acabaram ficando muito tempo dentro de casa. Para passar o tempo, os escritores decidiram escrever contos de terror, numa espécie de aposta. Daí surgiu Frankenstein, uma obra que não é somente uma história de terror, mas também uma crítica contundente ao cientificismo da época, que buscava explicar e dominar tudo sem considerar as implicações éticas das descobertas feitas.
Diferentemente do que Hollywood nos fez pensar, Frankenstein é o cientista, não o monstro, chamado apenas de “criatura”, que aliás, era amarela e não verde. Ficou curioso para saber o resto? Confira o que nossos alunos do 8º ano “aprontaram” para atiçar sua vontade de ler esse clássico.

Professoras Grasiela, Lenira e Cátia

8C

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8D

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8E

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8F

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Crônica argumentativa: “Princípio”

A crônica nasceu de um casamento bem-sucedido entre literatura e jornalismo. Grandes nomes como Machado de Assis, Rubem Braga e Clarice Lispector usaram todo seu talento linguístico ao escrever sobre coisas triviais para entreter – e, muitas vezes, fazer rir e refletir – o leitor de jornal.
A crônica é, portanto, assim: do cotidiano, do povo, mas com um toque literário. Afinal, quem nunca leu um texto do Luis Fernando Veríssimo, do Rubens Alves ou do Millôr Fernandes e se emocionou, riu ou simplesmente se viu ali do lado do autor, vivenciando as mesmas experiências?
Mas a crônica também pode assumir um papel de crítica social. E foi explorando justamente esse ponto do gênero que conduzimos as aulas de Estudos Linguísticos do 2o ano do 1o bimestre. Com o objetivo de desenvolver as habilidades de descrever e argumentar, os alunos foram induzidos a relatarem experiências vividas ou observadas que servissem de base para a defesa de uma opinião sobre os mais variados temas, como o sistema de empréstimo de bicicletas em São Paulo, o cerceamento dos blocos de rua no Carnaval de São Paulo, o serviço do Uber, as notícias falsas nas redes sociais e a honestidade do brasileiro.
Confira o resultado com alguns textos dos nossos cronistas do 2o ano.

Professores Alexandre, Grasiela, Melissa e Renata

Princípio

Um pai ensina a um filho a não pegar o que é seu, a criança entende e obedece a mensagem, não porque tem medo do castigo, e sim, porque aquilo realmente não lhe parece justo. Foi assim que aconteceu na minha casa, e provavelmente a mesma coisa aconteceu na sua.
Moral, ética, convenção social, até termos em grego como “Thémis” e “Diké” são usadas por pensadores para discutir o que vale mais, princípios pessoais ou leis? Fazemos o certo pois é de nossa natureza ou porque tememos as penas impostas pelo código penal?
Há pessoas que acreditam que sem Estado não há ordem, sem punição não há aprendizado. Discordo. Não acredito que toda a marginalidade recente no Espírito Santo seja decorrente única e exclusivamente da falta de policiamento. Infelizmente, creio que o buraco é mais fundo, o que está em crise não é apenas o sistema de segurança do estado, e sim, todo o conjunto de valores de uma nação.
Tal crise moral não é “endêmica” da terra capixaba, mas de todo um país, país esse onde vemos diariamente em noticiários representantes eleitos pela população, afogados em escândalos de corrupção.
Assim como a criança, não devemos agir corretamente por medo das consequências. Os episódios do ES tristemente nos demonstra que é dessa tão discutida moral que o povo brasileiro carece.
Afinal a maior depredação não é a da vitrine de uma loja, mas a da moral e esperança de uma nação. Sem ordem não há progresso.

João Andrade, 2F

Crônica argumentativa: “Nem o gigante acredita mais”

A crônica nasceu de um casamento bem-sucedido entre literatura e jornalismo. Grandes nomes como Machado de Assis, Rubem Braga e Clarice Lispector usaram todo seu talento linguístico ao escrever sobre coisas triviais para entreter – e, muitas vezes, fazer rir e refletir – o leitor de jornal.
A crônica é, portanto, assim: do cotidiano, do povo, mas com um toque literário. Afinal, quem nunca leu um texto do Luis Fernando Veríssimo, do Rubens Alves ou do Millôr Fernandes e se emocionou, riu ou simplesmente se viu ali do lado do autor, vivenciando as mesmas experiências?
Mas a crônica também pode assumir um papel de crítica social. E foi explorando justamente esse ponto do gênero que conduzimos as aulas de Estudos Linguísticos do 2o ano do 1o bimestre. Com o objetivo de desenvolver as habilidades de descrever e argumentar, os alunos foram induzidos a relatarem experiências vividas ou observadas que servissem de base para a defesa de uma opinião sobre os mais variados temas, como o sistema de empréstimo de bicicletas em São Paulo, o cerceamento dos blocos de rua no Carnaval de São Paulo, o serviço do Uber, as notícias falsas nas redes sociais e a honestidade do brasileiro.
Confira o resultado com alguns textos dos nossos cronistas do 2o ano.

Professores Alexandre, Grasiela, Melissa e Renata

Nem o gigante acredita mais

Outro dia eu fui para o bairro “Liberdade” com uma amiga. Queríamos passear pelas ruas com decoração japonesa e comprar aquelas balas e docinhos asiáticos deliciosos que só conseguimos achar lá. Numa das lojas em que entramos, vimos uma bala super diferente, mas um pouco cara. Como eu já tinha gastado meu dinheiro, não comprei. Quando saímos da loja, minha amiga veio rindo até mim com um punhado da bala diferente na mão. Como o dinheiro dela também já havia acabado, achei estranho e perguntei como ela tinha conseguido comprar… ela não tinha comprado. Fiquei confusa pois não tinha visto o furto e brava com ela por ter roubado, mas ela não ligou… seu argumento? Ela disse que, com tantos milhões sendo desviados dos nossos hospitais públicos por aí, cinco balas de uma lojinha não fazem diferença…
Eu continuo achando furtos e roubos ações completamente imorais e antiéticas… mas eu entendo o posicionamento da minha amiga: o brasileiro perdeu a fé de que o Brasil pode mudar. Com tantos anos de desonestidade por parte de quem governa nosso país, com toda a corrupção que vem desde quando ainda éramos uma colônia, com todas as fraudes e desvios que somente agora começamos a realmente descobrir e, principalmente, com a continuidade que dão a essas imoralidades mesmo com nosso povo implorando para parar de ser destruído por dentro… é muito fácil perder a fé de que algo pode mudar. A resposta que a maioria, que tem condições para tal, acha é simplesmente fugir. Mudar-se para outro país e deixar essa bagunça para trás…
O nosso povo vem se cansando há muito tempo. A desonestidade plantada nas entranhas de cada brasileiro, apesar de realmente ser uma contradição, uma vez que continuamos falando mal dos corruptos da capital enquanto pensamos de forma semelhante a eles, é uma decorrência histórica provocada por um sentimento de impotência do brasileiro. Para que se importar com o roubo de cinco balinhas se o imposto que a loja paga continua sendo desviado? O “gigante” não acordou, ele está afundado numa imensa falta de fé e, por isso, continua dormindo. Nós não devemos ser desonestos, mas para que agir de acordo com leis que nem mesmo quem as criou respeita?

Loreta De Rossi Guerra, 2F

Crônica argumentativa: “Pense bem, pequena corrupta”

A crônica nasceu de um casamento bem-sucedido entre literatura e jornalismo. Grandes nomes como Machado de Assis, Rubem Braga e Clarice Lispector usaram todo seu talento linguístico ao escrever sobre coisas triviais para entreter – e, muitas vezes, fazer rir e refletir – o leitor de jornal.
A crônica é, portanto, assim: do cotidiano, do povo, mas com um toque literário. Afinal, quem nunca leu um texto do Luis Fernando Veríssimo, do Rubens Alves ou do Millôr Fernandes e se emocionou, riu ou simplesmente se viu ali do lado do autor, vivenciando as mesmas experiências?
Mas a crônica também pode assumir um papel de crítica social. E foi explorando justamente esse ponto do gênero que conduzimos as aulas de Estudos Linguísticos do 2o ano do 1o bimestre. Com o objetivo de desenvolver as habilidades de descrever e argumentar, os alunos foram induzidos a relatarem experiências vividas ou observadas que servissem de base para a desefa de uma opinião sobre os mais variados temas, como o sistema de empréstimo de bicicletas em São Paulo, o cerceamento dos blocos de rua no Carnaval de São Paulo, o serviço do Uber, as notícias falsas nas redes sociais e a honestidade do brasileiro.
Confira o resultado com alguns textos dos nossos cronistas do 2o ano.

Professores Alexandre, Grasiela, Melissa e Renata

Pense bem, pequena corrupta

Estava voltando do colégio. Tínhamos feito prova de sociologia e, na perua escolar, todos comparavam suas respostas. Você sabe, aquela confusão de adolescente: “ A? Mas por que A? Eu pus a D!,” “Não, seu idiota! É a C!”, “Oba! Você também marcou a A? Toca aqui!”. A cada alternativa correspondida um grito de alegria, a cada resposta distinta um choro dramático. E assim deixamos a capital paulista rumo ao ABC. Logo, porém, a comparação incessante deu lugar à conversa.
Pedro disse que iria para o Guaru naquele fim de semana, mas estava desanimado por conta das longas filas nos pedágios. Por mais que pedisse, seu pai, um italianão mão-de-vaca, não comprou o famoso “ Sem Parar “. Milene depois de exclamar o quão chique era Pedro, rindo, contou que não precisava disso. A única da família que tinha o aparelho era a tia. Então, bolaram um esquema. O carro do pai, sem o “ Sem Parar “, e o carro da tia, dotado do aparelho, passavam “ grudados “ pelo visor. Este capturava o código do aparelho e abria a cancela. O carro do pai, que ficava na frente, passava direto e o da tia, na maioria das vezes, também. Caso a cancela fechasse, o carro parado seria o da tia, que logo seria liberado por conter o aparelho regulamentado.
Fiquei horrorizada. Sabe, tínhamos acabado de fazer uma prova cujo tema girava em torno de ética, valores morais, indivíduo e sociedade. Passei até a duvidar da afirmação do grande professor Salgado de que todo povo produz uma moral. Moral ali? Só se for uma bem corrompida. Uma moral podre e nojenta. Pelo visto, Milene valorizou mais o meio ponto que ganhou por acertar o teste do que a verdadeira essência da matéria.
O pior de tudo é que são essas e muitas outras Milenes, Pedros, Anas e Murilos que dizem querer mudar o Brasil. Só te digo uma coisa, a corrupção da qual você tanto reclama começa nas simples ações. Parar na vaga do idoso, furar a fila, não pagar o pedágio. Se você faz isso, não é menos corrupto que os apreendidos na Lava-Jato. Vocês, pais e mães de tantas Milenes, deem o exemplo a seus filhos, reconstruam e fortaleçam essa moral. Deem os limites do certo e errado. E, quanto a você,Milene, não se orgulhe de tirar vantagem dos outros. Chique não é apenas viajar ao Guaru. Chique, Milene, é cidadania. Chique é aproveitar todo conhecimento ao qual você tem acesso. Pense bem, Milene.

Ana Sophia Gil Zanetti, 05, 2A

Crônica argumentativa: “A cara de pau do brasileiro”

A crônica nasceu de um casamento bem-sucedido entre literatura e jornalismo. Grandes nomes como Machado de Assis, Rubem Braga e Clarice Lispector usaram todo seu talento linguístico ao escrever sobre coisas triviais para entreter – e, muitas vezes, fazer rir e refletir – o leitor de jornal.
A crônica é, portanto, assim: do cotidiano, do povo, mas com um toque literário. Afinal, quem nunca leu um texto do Luis Fernando Veríssimo, do Rubens Alves ou do Millôr Fernandes e se emocionou, riu ou simplesmente se viu ali do lado do autor, vivenciando as mesmas experiências?
Mas a crônica também pode assumir um papel de crítica social. E foi explorando justamente esse ponto do gênero que conduzimos as aulas de Estudos Linguísticos do 2o ano do 1o bimestre. Com o objetivo de desenvolver as habilidades de descrever e argumentar, os alunos foram induzidos a relatarem experiências vividas ou observadas que servissem de base para a defesa de uma opinião sobre os mais variados temas, como o sistema de empréstimo de bicicletas em São Paulo, o cerceamento dos blocos de rua no Carnaval de São Paulo, o serviço do Uber, as notícias falsas nas redes sociais e a honestidade do brasileiro.
Confira o resultado com alguns textos dos nossos cronistas do 2o ano.

Professores Alexandre, Grasiela, Melissa e Renata

A Cara de Pau do Brasileiro

A honestidade do brasileiro é muito questionável. Claro que não podemos generalizar, mas faz parte do povo ter esse jeito malandro.
Outro dia, quando eu estava conversando com uma amiga minha, ela me contou que adorava viajar com a avó dela. Diferente do que você imagina, ela não gostava de ter uma companhia materna, mas sim de não ter que encarar esperas durante a viagem. “A melhor parte é no embarque, quando vemos aquela fila gigantesca, típica de Guarulhos, mas, como ela é idosa, podemos entrar na frente. ”
Acho que todos nós já nos deparamos com alguém assim, não é? Alguém que pagou pela carteira de motorista ou por um diploma, a mulher que fingiu estar grávida, etc. Eu, pelo menos, sempre me deparo com esse tipo de situação no Shopping Paulista, por exemplo, naquelas vagas preferenciais pintadas perto do elevador. Ali é um fingimento e oportunismo só. Na minha escola, também era comum que os estudantes se fizessem de doentes para utilizar o único elevador.
Eu acredito que deve haver privilégios para idosos, gestantes e deficientes, claro, mas também acho que faz parte do brasileiro tirar proveito dessas situações e que, muitas vezes, nos falta integridade e honestidade. Lá fora, em alguns outros países, é muito difícil ver alguém fingindo estar com o pé quebrado, por exemplo, mas aqui não. Aqui as pessoas mentem e se aproveitam das situações. Olhe só a corrupção escancarada no Brasil, que é criticada quando acontece no alto escalão, mas que, quando se trata de um exame de direção, poucos veem o problema.
Você agora deve estar pensando que eu sou uma daquelas que só vê defeito nos brasileiros, não é mesmo? Mas não, eu sinceramente acho que nós temos muitas qualidades também, mas, infelizmente, já nascemos com um jeito malandro e cara de pau. Aposto que você sabe muito bem do que estou falando.

Mariana Camilo Pinho, 32, 2C

Microcontos de terror go

“E se meu brinquedo caísse? / E se eu tentasse pegar / E se nessa hora acordasse o monstro da palha / querendo me assustar?”
Quantos de nós já tivemos medo como o pequeno Astolfinho do programa Cocoricó?
E se agora já “crescidos” fôssemos assustados nas escadas, paredes, banheiros do Band com microcontos de terror? Essa é a proposta dos oitavos anos, que nesse 4o.bimestre analisaram contos de terror, suspense e mistério e, em uma atividade livre, sem “valer nota”, escreveram microcontos de terror baseados nos textos lidos (Edgar Alan Poe, Bram Stoker, Ricardo Azevedo, Lygia Fagundes Telles) ou de inspiração livre. Foi um grande desafio, pois os alunos – e as professoras – tiveram de desenvolver e aplicar o poder de síntese.
Nesse Halloween, bastou andar pelo colégio para ter sua paz assombrada.
E bons sonhos.

Profas. Cátia, Grasiela e Lenira; estagiário Gabriel

Para saber nossa inspiração para a atividade, acesse: http://notaterapia.com.br/2016/06/30/os-incriveis-micro-contos-de-terror-em-duas-frases-da-pra-assustar-com-tao-pouco/

Confira na galeria fotos de alguns autores e seus textos

Inovando a leitura bimestral no oitavo ano

No 2º. bimestre, as professoras do oitavo ano, Cátia, Grasiela e Lenira, propuseram uma nova forma de trabalhar a leitura bimestral: ao invés de uma única obra, indicaram três livros para que cada aluno escolhesse o de sua preferência. Como os gêneros textuais trabalhados até então haviam sido entrevista e notícia, os livros sugeridos partiam de diferentes fatos conhecidos mundialmente e de autores-personagens importantes: Cem dias entre o céu e o mar, de Amir Klink; Eu sou Malala, de Malala Yousafzai e Da minha terra à Terra, de Sebastião Salgado. “Ler envolve muito mais que decifrar palavras, é preciso compreender profundamente o que se lê, processo que é auxiliado pelo bom planejamento das atividades chamadas ‘antes-durante-depois’ da leitura”, apontou a professora Cátia.

Obras lidas no 2o. bimestre do 8o. ano

Obras lidas no 2o. bimestre do 8o. ano

Em relação a tais atividades, os alunos na ocasião responderam a perguntas comuns às três obras e que estimulavam o leitor a expor seu posicionamento como Qual o momento crucial vivido pelo personagem central de seu livro? Você consegue se imaginar vivendo a mesma situação? Se não, por quê? Se sim, como agiria no lugar do personagem? Por quê?. “A troca das impressões de cada aluno, tanto sobre o mesmo livro quanto sobre as diferentes leituras foi bastante interessante e instigou alguns a participarem das duas sessões de cinema – com direito a pipoca – que fizemos como atividade final”, comentou a professora Grasiela, que se referiu aos dois dias em que os alunos puderam assistir na escola aos filmes Malala e O sal da terra.

8F responde às perguntas sobre as obras e se prepara para a troca de experiências.

8F responde às perguntas sobre as obras e se prepara para a troca de experiências.

Obras para a leitura do 3o. bimestre do 8o.ano.

Obras para a leitura do 3o. bimestre do 8o.ano.

Com a boa aceitação da proposta, as professoras decidiram repetir a dose agora no 3º. bimestre, sugerindo mais três obras, todas sobre o tema guerra (mundial ou civil): O menino do pijama listrado, de John Boyne; O diário de Anne Frank, de Anne Frank e Muito longe de casa – memórias de um menino-soldado, de Ishmael Beah. “Um ou outro título pode ser escolhido por poucos ou por muitos alunos, o que importa é a possibilidade de poderem escolher e a chance de conhecerem uma obra pelos olhos do colega, e ampliarem assim o repertório de leituras/experiências”, completou a professora Lenira.